Ensaio Energético

Petróleo

Os desafios da preservação do meio ambiente em um mundo dependente de petróleo

A transição da matriz energética global, majoritariamente fóssil, para uma matriz com predominância de fontes renováveis é cada vez mais indispensável para o futuro do planeta. No entanto, a intenção de atenuar impactos ambientais, principalmente as emissões de GEE, enfrenta fortes barreiras devido a dependência de petróleo da sociedade moderna. O presente artigo tem como objetivo discutir as condições que levam o petróleo à sua grande utilização e os desafios da transição energética nesse contexto.

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Bioenergia

A Transição Energética Justa após a COP26

Nos últimos anos vemos o conceito da Transição Justa ganhar maior densidade política e adentrar os compromissos internacionais de diversos países. Apesar de mais avançada na Europa, a transição energética justa está ocorrendo em várias partes do mundo como Indonésia, China, Índia e África do Sul, países que têm tido um papel muito ativo e grande influência nos debates específicos sobre transição energética no contexto da UNFCCC. Este ensaio analisa brevemente alguns dos movimentos políticos e textos oriundos da COP26 para entender o momento do debate sobre a Transição Energética Justa após a última conferência das partes e algumas perspectivas até a próxima COP27, no final deste ano.

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Bioenergia

Transformações estruturais no contexto da transição energética – o caso da geração de empregos

A transição energética para uma economia de baixo carbono enseja enormes transformações na forma como produzimos e utilizamos energia, pressupondo-se a busca por novos modos de produção e consumo consistentes com a estabilização de gases de efeito estufa na atmosfera em níveis considerados seguros pela ciência. Este texto analisa os impactos esperados no mundo do trabalho a partir das perspectivas destas transformações estruturais esperadas no contexto da transição energética no Brasil e no mundo. A análise tem como foco dois setores: a geração de energia, notadamente a eletricidade, e o transporte, contemplando o transporte de passageiros e a expansão de veículos elétricos. Também são feitas considerações relacionando tais perspectivas no âmbito da transição justa, oportunidades de desenvolvimento regional e equidade de gênero.

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Petróleo

Como anda e para onde vai a captura e uso do carbono

O mercado de captura e uso do carbono (Carbon Capture and Utilization – CCU) é uma alternativa relevante para a redução de emissões de CO2. Contudo, a implementação de projetos dessa natureza não teve um avanço consistente nos últimos anos. Este artigo busca compreender o futuro do mercado de CCU, a partir de uma análise da bibliografia que analisa qual a razão para esse conjunto de tecnologias não terem se desenvolvido de forma expressiva ainda. Conclui-se que há espaço relevante para o desenvolvimento do CCU no futuro, tendo como um de seus vetores (i) as metas internacionais de neutralidade em carbono e; (ii) a estruturação de mercados de carbono.

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Bioenergia

Instrumentos financeiros para a Bioeconomia I – Emissões de Títulos Verdes para a bioeconomia

Instrumentos financeiros, que podem ser de origem pública ou privada, são importantes fontes de recursos para os investimentos necessários para o avanço da bioeconomia e podem auxiliar na redução dos riscos tecnológicos. Há uma diversidade de instrumentos financeiros que possuem aplicações em distintas fases do processo de inovação. Este artigo é o primeiro de uma série que irá discutir os instrumentos financeiros voltados para o financiamento da bioeconomia no Brasil. Neste primeiro texto, os títulos verdes emitidos no Brasil serão mapeados. O objetivo é identificar se eles estão sendo utilizados para impulsionar a bioeconomia e quais setores estão mais engajados.

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Oil Derrick Rig Drilling Petroleum  - eyeonicimages / Pixabay
Petróleo

A Descarbonização do Upstream de Petróleo e Gás Natural: O papel da mitigação de emissões de metano

Em um contexto de transição para economias de baixo carbono, iniciativas que venham a mitigar as emissões de metano devem ser priorizadas pois atenuam de forma expressiva o aquecimento global no curto prazo. As estratégias de descarbonizar as atividades de exploração e produção (E&P) de petróleo e gás natural são diversas e não necessariamente dependeriam de desenvolvimento de novas tecnologias, requerendo a aplicação massiva de tecnologias existentes e custo-efetivas. O desafio para a adoção de ações concretas de mitigação de emissões de metano seja na sua adoção voluntária pelas empresas (autorregulação) e por iniciativas de associações setoriais, seja na criação de políticas públicas e de medidas regulatórias. A despeito de seus impactos e sua relevância na transição, pouca atenção foi dedicada ao tema no Brasil, sendo que apenas recentemente foi iniciado seu debate. Este artigo tem como objetivo principal trazer um panorama sobre a relevância de se priorizar a mitigação de emissões de metano, além de mapear as principais perspectivas, desafios e oportunidades associadas às atividades de E&P de petróleo e gás natural.

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Energia Elétrica

O novo marco legal da Geração Distribuída (Lei nº 14.300/2022) e suas principais mudanças

A Geração Distribuída (GD) no Brasil alcançou em abril de 2022 uma potência instalada de 10,5 GW, dos quais 12% foram instalados somente entre janeiro e abril de 2022. Em 06 de janeiro de 2022 foi sancionada a Lei nº 14.300, conhecida como o novo marco legal da GD. Este artigo tem como objetivo apresentar e analisar alguns dos principais pontos dessa nova Lei, com destaque para os referentes à questão da precificação da eletricidade proveniente dos sistemas de GD.

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photo of windmills during dawn
Energia Renovável

O desafio dos materiais para a transição energética

Por Letícia Lorentz. A cada nova publicação sobre mudanças climáticas as recomendações para acelerar a transição energética se intensificam. Nesse sentido, a geração de eletricidade a partir de fontes de baixo carbono e as tecnologias de armazenamento ganham relevância e se constituem como as principais ações de mitigação do setor. Por trás da expansão dessas tecnologias estão os materiais necessários para esse desenvolvimento. Do cobre e alumínio para linhas de transmissão, passando pelo neodímio para turbinas eólicas e motores elétricos, silício para painéis solares até chegar ao cobalto, níquel e lítio para baterias, paira o questionamento sobre a disponibilidade de materiais críticos para viabilizar a transição energética no ritmo que ela deve ocorrer.

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city sunset industry smog
Energia Elétrica

Pressões Inflacionárias e a Armadilha da Indexação do Gás Natural no Brasil

O ano de 2021 ficará marcado pela aceleração inflacionária mundial na esteira de recuperação da pandemia, com destaque para os energéticos, que responderam em média por 50% dos índices de inflação; e por contratações de energia demasiadamente onerosas e questionáveis no ambiente regulado brasileiro em momento agudo de crise, pendendo uma vez mais para térmicas a gás natural. A dependência crescente ao GNL importado e a predominância da indexação ao JKM nos contratos das térmicas a gás nos leilões de energia, nos últimos anos, se revelam armadilha delicada de custos e riscos elevados, pressionando tarifas que já atravessam ciclos persistentes de ascensão. O perfil de expansão regulada da matriz elétrica deverá ser revisto após a tempestade perfeita no mercado internacional de gás natural.

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