Ensaio Energético

Combustíveis

Gap de preços, capacidade de compra e competitividade: nova série de indicadores sobre preços dos combustíveis

O Ensaio Energético está lançando uma série de indicadores de energia com o objetivo de fornecer aos seus leitores um acompanhamento sistemático das informações mais relevantes da indústria de energia. A primeira série de indicadores é sobre os combustíveis: gasolina, óleo diesel, etanol e gás liquefeito do petróleo (GLP). Esses indicadores incluem o gap de preços, a capacidade de pagamento e a competitividade do etanol em relação à gasolina. Tais indicadores são importantes para compreender o mercado e analisar o impacto dos preços dos combustíveis na economia e no bolso dos consumidores. A criação dos Indicadores do Ensaio Energético tem como propósito trazer clareza e objetividade na avaliação da evolução dos preços desses combustíveis no mercado brasileiro. A publicação dos indicadores será dividida em dois produtos: um semanal e outro trimestral para identificar tendências e os principais debates do setor de combustíveis.

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Energia Renovável

Perspectivas e Desafios para Projetos de Exportação de Hidrogênio Verde

A produção de hidrogênio verde reúne expectativas cada vez maiores, na esteira de esforços para descarbonização das economias. Projeta-se comércio internacional crescente com grandes projetos voltados à exportação, sobretudo de países emergentes e em desenvolvimento para países desenvolvidos. A viabilidade dos projetos ainda esbarra em inúmeros riscos e desafios, relacionados ao diferencial de custo de produção, à definição da demanda (offtake) para absorver o prêmio verde e aos critérios de certificação e adicionalidade. A estruturação de project finance pode favorecer a mitigação de riscos e a obtenção de financiamento com menor custo de capital. Apesar das expectativas, o horizonte para os próximos anos ainda é nebuloso, dependendo de contratos bilaterais e apoios governamentais.

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Energia Elétrica

Pequenos reatores modulares (SMRs): desafios em segurança, gestão de resíduos e aceitação pública

O presente artigo buscou realizar um panorama das novas fronteiras para a indústria nuclear, com destaque para os seus desafios, incluindo os riscos decorrentes da manipulação de material radioativo, conflitos na escolha da localização das instalações dos SMRs e do descarte dos resíduos dos projetos de reatores avançados – os SMRs.

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Combustível

Novos Rumos para a Petrobras

Os resultados da Petrobras em 2022 indicam que o ajuste iniciado em 2015 foi completado. A nova gestão que está assumindo a empresa indica uma retomada de investimentos, com a incorporação de energias renováveis em sua estratégia de atuação. Para evitar a armadilha de 2015, quando a empresa tinha um plano de investimentos ambicioso e os preços dos derivados foram controlados, é fundamental que sua política de precificação não seja defasada e garanta o fôlego para trilhar seus novos rumos.

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Energia Renovável

O mercado voluntário de carbono como estratégia climática das majors de óleo e gás

O reconhecimento das mudanças climáticas e a consequente necessidade da transição da economia para uma conformação de baixo carbono se configura como o maior desafio a ser transposto nesse século. Os países, instituições e empresas têm assumido compromissos para apoiar a trajetória de descarbonização da economia. O setor de energia, pela sua posição preponderante como emissor de gases de efeito estufa, assume um papel de destaque nessa trajetória e tem sido cobrado no desenvolvimento de soluções de baixo carbono. Uma das soluções que se coloca para as estratégias climáticas das companhias do setor de energia é o offset de emissões via mercado voluntário de carbono. O objetivo do presente artigo é discutir o mercado voluntário de carbono como estratégia climática das empresas de energia, com foco nas majors de óleo e gás.

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Combustível

Modificações na tributação e questionamento do PPI: os novos rumos dos preços dos combustíveis

Nos últimos meses, o debate sobre o preço dos derivados está em voga no Brasil. Muito tem sido discutido sobre o que fazer para baratear os combustíveis. Além de recentes mudanças nas políticas tributárias estadual (com o teto do ICMS e alteração para alíquotas do tipo ad rem) e federal (com a desoneração), vem ganhando força a proposta de alteração na política de precificação, que hoje é baseada no Preço de Paridade de Importação (PPI). O objetivo do artigo é discutir os rumos da política de precificação, com ênfase nas modificações tributárias e nos possíveis desdobramentos para o mercado caso a decisão seja abandonar o PPI.

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Bioenergia

Em busca de uma definição para bioeconomia brasileira

Este artigo é um resumo de um dos capítulos da tese de doutorado do Autor intitulada: Capacidades Tecnológicas em Bioeconomia e Bases para uma Estratégia de Pathcreating no Brasil. O objetivo do presente texto é mapear através de entrevistas com agentes atuantes na bioeconomia brasileira quais os principais temas debatidos e identificar uma definição de bioeconomia para o Brasil.

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Energia Renovável

As fontes renováveis de energia e a geração de emprego no Brasil

Em 2021 o Brasil gerou cerca de 1,27 milhões de empregos ligados às energias renováveis, ficando atrás apenas da China. O Brasil há muitos anos se destaca na geração de empregos ligado ao setor de biocombustíveis e ao setor de hidroeletricidade, mas recentemente passou a ter grande relevância nos setores de energia eólica e solar. O presente artigo tem como objetivo analisar as perspectivas de curto e médio/longo prazo do Brasil em relação geração de empregos ligados ao setor de energia limpa e renovável.

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Combustível

A Transição Energética e os Combustíveis “abrasileirados”

O atual governo colocou a transição energética e o desenvolvimento verde como eixo transversal das políticas públicas para o desenvolvimento do país. Ao mesmo tempo em que abraçou a transição energética, o governo vem priorizando uma agenda de política pública que é absolutamente contraditória com a transição, que é a ideia de barateamento dos combustíveis fósseis. O artigo discute a inconsistência das medidas que vem sendo divulgadas para o setor de combustíveis e o objetivo de incentivar a transição energética do país.

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Gás Natural

O conflito na Ucrânia e suas implicações na geopolítica da energia

A invasão russa à Ucrânia é um episódio bélico em andamento que começou em fevereiro de 2022. As causas do conflito envolvem questões históricas, políticas, econômicas e culturais. O conflito impactou fortemente o mercado de energia global, com elevação de preços e uma corrida por suprimento. O objetivo do presente artigo é discutir os impactos e perspectivas para o setor energético no mundo pós conflito. À longo prazo, estima-se que a atual crise energética possa incentivar a ocorrência de transformações ainda mais profundas sobre a geopolítica da energia. Sem recursos fósseis suficientes para satisfazer a demanda doméstica, a alternativa para a Europa alcançar seus objetivos de segurança energética converge com a necessidade de acelerar seus esforços de transição energética de baixo carbono.

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